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  • Foto do escritorLuís Fragetti

Variante Omicron pode ser uma boa novidade?

Em pandemias, com alta circulação de um vírus, é esperado que haja mutações que possam torná-lo mais ou menos transmissível e/ou mais ou menos letal. No caso do coronavírus causador da COVID-19, com a variante Omicron, parece ter ocorrido o surgimento de mutações determinantes de maior transmissibilidade e de menor letalidade, o que pode ser uma boa notícia, porque apesar de mais pessoas poderem ficar doentes, menos indivíduos evoluirão para casos graves, reduzir-se-á a mortalidade e poder-se-á desenvolver imunidade adaptativa de forma natural pela infecção, resultando em um “presente de Natal antecipado”, a acelerar o fim da pandemia. Ocorreram 32 mutações na proteína S (spike) que o vírus usa para se ligar às células humanas, muitas delas presentes em outras variantes, significando uma evolução que adapta o vírus para se tornar mais transmissível e neste caso, menos letal, fato que ocorre com a maioria dos vírus respiratórios.

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