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  • Foto do escritorLuís Fragetti

Gripe 2018: AH1N1 e AH3N2


A gripe (Influenza) se manifesta com febre alta, calafrios, dor de garganta, tosse, dores musculares e cansaço ou fadiga, podendo complicar com pneumonia pelo próprio vírus infectante ou por bactéria como o estreptococo. Em alguns casos a gripe complica com a síndrome da angústia respiratória (SAR) e, essa síndrome, em particular, por sua gravidade, pode levar ao óbito.


As complicações mais graves prevalecem em crianças abaixo de 5 anos, adultos da terceira idade biológica (acima dos 50 anos), gestantes, puérperas (pós-gravidez) e em pessoas com patologias crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal e insuficiência respiratória.


A gripe – Influenza 2018 – preocupa muito a população na estação fria do ano. Relataram-se quase 50.000 casos de gripe, com gravidade, durante o inverno, no hemisfério Norte, com mortalidade maior incidindo entre as crianças, tendo sido imputado o maior risco relacionado com a infecção pelo vírus AH3N2 (subtipo do vírus influenza A).


No Brasil, no presente momento, encontram-se circulando o AH1N1 e o AH3N2, sendo que ambos os tipos fazem parte das vacinas  contra a gripe, quer trivalentes quer quadrivalentes.


A vacinação contra a gripe é a forma de prevenção mais eficiente, sendo considerada segura e indicada a partir dos 06 meses de vida.


Além da vacinação, para evitar o contágio é preciso cuidar da higiene das mãos e evitar aglomerações em ambientes fechados, com pouca circulação e renovação do ar ambiente.


Configura-se como muito importante que o doente de gripe utilize lenços descartáveis, evite tossir nas mãos, que utilize máscara respiratória, que lave com maior frequência as  mãos com água e sabão e as seque com papel-toalha, que evite lugares fechados e com aglomeração de pessoas, que mantenha os ambientes ventilados e finalmente que não compartilhe objetos de uso pessoal.

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