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  • Foto do escritorLuís Fragetti

Asma associada com obesidade

Atualizado: 15 de set. de 2022


A obesidade exerce efeitos negativos no funcionamento (fisiologia) das vias respiratórias, exigindo desenvolver uma abordagem racional para o seu tratamento em pacientes com asma.


A obesidade como co-morbidade complica o tratamento da asma, sendo um importante fator de risco para asma, particularmente considerando que quase 60% dos pacientes com asma grave são obesos. Observa-se ainda que os pacientes obesos não respondem bem à terapia padrão da asma e isso representa um grande desafio para os clínicos generalistas ou pneumologistas.


Existem diferentes tipos (fenótipos) de obesos com asma e isso afeta as respostas ao tratamento que precisa ser personalizado, particularmente para os casos de obesidade associada com asma de início tardio em indivíduos não alérgicos. Uma das principais comorbidades associadas ao binômio obesidade-asma vem a ser a alteração da qualidade do sono (apnéia e hipopneia).


O papel dos medicamentos otimizados para cada caso, as intervenções no estilo de vida no componente de alimentação saudável (intervenções dietéticas) e a adesão ao exercício físico são fundamentais, sem que se esqueça de avaliar e se necessário tratar a depressão e a ansiedade frequentemente associadas com obesidade e asma.

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