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  • Foto do escritorLuís Fragetti

Imunização contra Febre Amarela recomendada em áreas de risco

Atualizado: 15 de set. de 2022


Recomenda-se a aplicação da vacina da febre amarela para brasileiros e viajantes estrangeiros que tencionem visitar áreas de risco do Brasil, antes de entrarem nessas áreas de risco pela possibilidade da contaminação pelo vírus da Febre Amarela.


A Febre Amarela é uma doença grave causada por um vírus que é transmitido através da picada de um mosquito infectado.


Vacina contra a Febre Amarela é usada para ajudar a prevenir essa doença em adultos e crianças que tenham pelo menos 9 meses de idade.


A Vacina atua expondo o corpo a uma pequena dose do vírus atenuado, o que faz com que o organismo desenvolva imunidade contra a doença.


A vacina deve ser aplicada pelo menos dez dias antes da viagem, por quem pretender visitar os estados brasileiros do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Tocantins, Santa Catarina e São Paulo. A região sudeste (que compreende os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo) continua a registrar o maior número de casos e de mortes.


A OMS, na Internet, declara que, de dezembro de 2018 a janeiro de 2019, registaram-se 36 casos de febre amarela confirmados em humanos, que culminaram em oito mortes, em 11 municípios brasileiros.


Desses 11 municípios afetados, nove estão localizados no estado de São Paulo e os outros dois pertencem ao Paraná, estado que, desde 2015, não tinha casos confirmados de febre amarela, e que por fazer fronteira com a Argentina e o Paraguai, implica em temor de disseminação da Febre Amarela para esses países, pois a transmissão do vírus continua a propagar-se em direção ao sul e em áreas com baixa cobertura vacinal. Esse deslocamento em direção ao sul, de casos e de mortes ocorreram porque antes de 2017 o vírus da não circulava na região sudeste e a vacina contra a doença era destinada a áreas endémicas, como a região norte do país.


A febre amarela é transmitida por mosquitos, particularmente o Aedes aegypt, e tem como sintomas dor de cabeça, febre baixa, fraqueza e vómitos, dores musculares e nas articulações. Numa segunda fase, mais grave, pode causar inflamação no fígado e nos rins, sangramentos, e pode levar à morte. A vacina é a forma de prevenção mais eficaz.


O Brasil pode estar entrando na terceira onda de um surto epidêmico de febre amarela. A primeira onda aconteceu durante o período sazonal de 2016–2017, com 778 casos humanos, incluindo 262 mortes, e a segunda durante o período sazonal de 2017–2018, com 1 376 casos em humanos, incluindo 483 mortes.

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