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  • Foto do escritorLuís Fragetti

Febre Amarela em Sorocaba - não podemos esquecer do AEDES


Agir sobre o Aedes aegypti permite direcionar ações de prevenção e controle sobre quatro doenças.


A cidade de Sorocaba atingiu o estado de alerta em relação à proliferação do mosquito Aedes aegyptiem 30 de janeiro de 2018. 


O Aedes aegypti transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika também transmite a Febre Amarela,sendo que a maior parte dos criadouros do mosquito está nas residências, exigindo que a população se mobilize eliminando qualquer objeto que acumule água e permita a procriação do mosquito.


Tal situação para os profissionais da saúde aponta para a necessidade de maior atenção às ocorrências das quatro doenças, acima citadas, nesta época do ano, devido às condições do clima, aliadas à infestação do vetor e às viagens para regiões do país onde há registro de casos, o que se desaconselha para não vacinados.


Assim, com os casos de febre amarela pipocando em vários pontos da região, não podemos esquecer que o combate ao mosquito vetor se torna imperioso para evitar que a febre amarela silvestre se transforme em febre amarela urbana  pela interacao entre o Aedes contaminado e vetor e o homem eventualmente adoecido e minimamente hospedeiro.


De acordo com dados coletados no município de Sorocaba no mês de janeiro de 2018, a Avaliação de Densidade Larvária (ADL) do Aedes aegypti chegou a 3,8% de todos os imóveis vistoriados.   


O índice representa sinal de alerta e é apenas 0,1% menor que 3,9%, que é considerado de risco.   As  áreas habitualmente de maior risco incluem a centro norte,  região sudeste e a sudoeste.


Concluindo, a população necessita para uma doença potencialmente grave como a Febre Amarela, que não possui medicação especifica para tratamento (antiviral), agir de forma preventiva, fazendo a aplicação da vacina e controlando o vetor, o Aedes aegypti, por meio de eliminação de focos do mosquito e pelo uso de repelentes.


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